• FARMÁCIA
  • FACULDADE
  • MEDICAMENTOS
  • RESENHA
  • FÓRMULAS
  • MATERNIDADE
  • EXTRAS
facebook twitter instagram pinterest

Definição/Importância
  •  Microrganismos
  • Corpos estranhos
  • Células tumorais
  • Enxertos
  • Autoimunidade

Tipos de resposta imunológica
Inata – Não é específica para o Antígeno – Não requer exposição prévia ao organismo; presente desde o nascimento – Intensidade não varia c/ o numero de exposições; – Usa componentes celulares e humorais – Pele – Membranas mucosas – Cílios – Barreiras de pH – Lisosima – Fagocitose – Complemento – Está ativamente envolvida na resposta adaptativa •
Adquirida – Desenvolve-se durante a vida do indivíduo – Principio da aprendizagem por experiência – Confere imunidade específica – Tem memória – Pouco eficaz sem a resposta inata – Usa componentes celulares e humorais – Imunidade ativa – Imunidade passiva (transferência de anticorpos entre pessoas) – Os anticorpos circulantes refletem as infecções a que um determinado indivíduo esteve sujeito possibilidade de diagnóstico da infecção.
Imunidade Inata
A imunidade inata é a primeira linha de defesa do organismo, com a qual ele já nasce. É uma resposta rápida, não específica e limitada aos estímulos estranhos ao corpo. É representada por barreiras físicas, químicas e biológicas, células e moléculas, presentes em todos os indivíduos. Os principais componentes da imunidade inata são:
1. Barreiras físicas e mecânicas: Retardam/impedem a entrada de moléculas e agentes infecciosos (pele, trato respiratório, membranas, mucosas, fluidos corporais, tosse, espirro).
2. Barreiras fisiológicas: Inibem/eliminam o crescimento de microrganismos patogênicos devido à temperatura corporal e à acidez do trato gastrointestinal; rompem as paredes celulares e lisam (rompem) células patogênicas através de mediadores químicos (lisozimas, interferon, sistema complemento);
3. Barreiras celulares: Endocitam/fagocitam as partículas e microrganismos estranhos, eliminando-os (linfócitos natural killer e leucócitos fagocíticos – neutrófilos, monócitos e macrófagos);
4. Barreira inflamatória: Reação a infecções com danos tecidulares; induzem células fagocitárias para a área afetada. Imunidade adquirida A imunidade adquirida ou adaptativa é ativada pelo contato com agentes infecciosos e sua resposta à infecção aumenta em magnitude a cada exposição sucessiva ao mesmo invasor. Existem dois tipos de imunidade adquirida: a imunidade humoral e a imunidade celular. A imunidade humoral gera uma resposta mediada por moléculas no sangue e nas secreções da mucosa, chamadas de anticorpos, produzidos pelos linfócitos B, sendo o principal mecanismo de defesa contra microrganismos extracelulares e suas toxinas.
Os anticorpos reconhecem os antígenos (qualquer partícula estranha ao corpo), neutralizam a infecção e eliminam estes antígenos por variados mecanismos efetores. Por sua vez, a imunidade celular gera resposta mediada pelos linfócitos T. Quando microrganismos intracelulares, como os vírus e algumas bactérias, sobrevivem e proliferam dentro das células hospedeiras, estando inacessíveis para os anticorpos circulantes, as células T promovem a destruição do microrganismo ou a morte das células infectadas, para eliminar a infecção.

Resposta Imune Adquirida
 A imunidade adquirida ainda pode ser classificada em imunidade ativa e imunidade passiva. A imunidade ativa é aquela que é induzida pela exposição a um antígeno. Assim, o indivíduo imunizado tem um papel ativo na resposta ao antígeno. A imunidade ativa pode ser natural, quando adquirida através de doença, ou passiva, quando adquirida por meio de vacinas. A imunidade passiva é a imunização por meio da transferência de anticorpos específicos de um indivíduo imunizado para um não imunizado. A imunidade passiva é chamada de natural, quando acontece, por exemplo, através da transferência de anticorpos maternais para o feto; é artificial quando há a passagem de anticorpos prontos, como num soro antiofídico (contra veneno de serpentes).
A resposta imune adquirida, mediada pelos linfócitos B e T, apresenta uma série de propriedades que administram a resposta destes. São elas:  Especificidade: o sistema imunológico reconhece os diversos antígenos e produz uma resposta imunológica específica para cada um deles.  Diversidade: o sistema imune é capaz de reconhecer milhares de antígenos diferentes e produzir uma resposta adequada para cada um deles.  Memória imunológica: a exposição do sistema imunológico a antígenos faz aumentar sua habilidade em responder a esse mesmo antígeno novamente. As respostas subsequentes ao mesmo antígeno são normalmente mais rápidas maiores e qualitativamente diferentes da primeira. Uma vez produzidas, as células de memória têm vida longa e são capazes de reconhecer esse antígeno por anos.  Especialização: o sistema imune responde por vias distintas a diferentes antígenos, maximizando a eficiência dos mecanismos de defesa. Assim, os linfócitos B e T se especializam entre as diferentes classes de microrganismos ou pelos diferentes estágios da infecção do mesmo microrganismo.  Discriminação ou Auto-tolerância: capacidade de reagir que os linfócitos B e T apresentam contra moléculas estranhas, mas não apresentam contra suas próprias moléculas.  Auto-limitação da resposta: as células B e T ativadas produzem moléculas que auxiliam o término da resposta imune. Para B são as imunoglobulinas G4 (IgG4) e para T são as interleucinas 4 e 10 (IL-4 e IL-10). Órgãos Linfoides Primários e Secundários Os tecidos linfoides são classificados como órgãos geradores, também chamados de órgãos linfoides primários, onde os linfócitos primeiramente expressam os receptores de antígenos e atingem a maturidade fenotípica e funcional, e os órgãos periféricos, também designados órgãos linfoides secundários, onde as respostas dos linfócitos aos antígenos estranhos são iniciadas e se desenvolvem.

Nos mamíferos são também incluídos entre os órgãos linfoides geradores a medula óssea, de onde derivam todos os linfócitos, e o timo, onde as células T amadurecem e alcançam o estágio de
competência funcional. Os órgãos e tecidos linfoides periféricos incluem os linfonodos, o baço, o sistema imune cutâneo e o sistema imune das mucosas. Além disso, no tecido conjuntivo e em virtualmente todos os órgãos, exceto no sistema nervoso central são encontrados agregados mal definidos de linfócitos. Sistema Complemento
O sistema complemento é constituído por uma “cascata” enzimática que ajuda na defesa contra infecções. Muitas proteínas do sistema complemento ocorrem no soro como precursores enzimáticos inativos (zimógenos); outros são encontrados nas superfícies celulares. Esse sis- tema faz uma “ponte” entre a imunidade inata e a adquirida por
 Aumentar a resposta por anticorpos (Ac) e a memória imunológica
 Lisar células estranhas
 Remover imunocomplexos e células apoptóticas
As proteínas do sistema complemento possuem várias funções biológicas (p. ex., estimulam a quimiotaxia e a desgranulação dos mastócitos independente da IgE).
Ativação do complemento: Há três vias de ativação do complemento (ver Ativação do complemento):
 Clássica
 Lectinas
 Alternativa
Ativação do complemento
As três vias de ativação convergem para uma via comum quando a C3 convertase cliva o componente C3 em C3a e C3b. Ac =anticorpo; Ag =antígeno; C1-INH =inibidor de C1; MAC =complexo de ataque à membrana; MASP =MBL-serina-protease associada; MBL =lectina ligante de manose; P =properdina. A barra superior indica a ativação.

Os componentes da via clássica costumam ser rotulados com um C e um número (p. ex., C1, C3), com base na ordem em que essas proteínas foram identificadas. Já na via alternativa, os componentes são geralmente classificados por letras (p. ex., fator B, fator D) ou por nome (p. ex., properdina).
A ativação pela via clássica é dependente de Ac, ocorrendo quando C1 interage com Ag-IgM, ou agrega os complexos Ag-IgG, ou independentes de Ac, ocorrendo quando poliânions (p. ex., heparina, protamina, DNA e RNA das células apoptóticas),
bactérias Gram-negativas ou ligada a proteína C reativa reagem diretamente com C1. Essa via é regulada pelo inibidor de C1 (C1-INH). Angioedema hereditário decorre de uma deficiência genética de C1-INH.

A ativação da via das lectinas é independente de Ac e ocorre quando a MBL, uma proteína sérica, se liga a grupos de manose ou frutose na parede celular bacteriana, parede de leveduras ou vírus. Essa via, por outro lado, lembra estrutural e funcionalmente a via clássica.
A ativação da via alternativa ocorre quando componentes da superfície celular de microrganismos (p. ex., paredes celulares de leveduras, lipopolissacarídeo bacteriano [endotoxina]) ou até Ig (p. ex., fator nefrótico e IgA agregada) quebram pequenas quantidades do componente C3. Essa via é regulada por properdina, fator H e fator acelerador de degradação.
As três vias de ativação convergem para uma via comum quando a C3 convertase cliva o componente C3 em C3a e C3b (ver Ativação do complemento). A clivagem de C3 pode resultar na formação de MAC, o componente citotóxico do sistema complemento. O MAC causa lise de células estranhas.
Atividades biológicas
Os componentes do complemento têm outras funções imunomediadas pelos CR presentes em várias células.

  •  CR1 (CD35) estimula a fagocitose e ajuda na eliminação de imunocomplexos
  •  CR2 (CD21) regula a produção de Ac pela célula B e serve como receptor do vírus Epstein-Barr
  • CR3 (CD11b/CD18), CR4 (CD11c/CD18) e o receptor para C1q possuem papel importante na fagocitose
  •  C3a, C5a e C4a (fracamente) tem atividade anafilatoxina: causam a desgranulação dos mastócitos, aumentando assim a permeabilidade vascular e a contração da musculatura lisa
  • C3b atua como uma opsonina codificando microrganismos e, portanto aumentando sua fagocitose
  • C3d aumenta a produção de Ac pelas células B
  • C5a regula as atividades dos neutrófilos e monócitos podendo causar maior aderência das células, desgranulação e liberação das enzimas intracelulares dos granulócitos, produção de metabólitos tóxicos derivados do oxigênio e iniciar outros eventos metabólicos celulares Tipos de resposta imune Resposta imune Humoral As moléculas de reconhecimento são constituídas por anticorpos, globulinas glicoproteicas chamadas imunoglobulinas (Ig), secretadas no plasta e de inúmeros tecidos. 
A imunidade humoral, ao contrário da imunidade celular, pode ser transmitida pelo plasma ou soro. Na espécie humana são encontradas 05 tipos de imunoglobulinas. São por ordem de concentração decrescente no plasma a IgG, IgA, IgM, IgD e IgE (tabela I e II). Sua estrutura geral é representada por 04 cadeias polipeptídicas: duas cadeias chamada de pesada (H - heavy) idênticas de 50.000 daltons e dua cadeias leves (L-ligth) idênticas de 25.000 daltons ligadas entre elas por pontes de dissulfeto. As IgG, IgD, e IgE possuem uma base única, enquanto a IgM possui 05 e a IgA de 01-05 domínios. As cinco classes de imunoglobulinas são caracterizadas pelas propriedades antigênicas de suas cadeias pesadas que se chamam respectivamente g , a , m , d , e e . Alguns ainda se subdividem em subclasses antigênicas distintas:


O efeito das Igs pode ser benéfico (anticorpos protegendo contra inúmeros microrganismos infecciosos, toxinas...) ou maléficas (alergias, anafilaxia...). Os anticorpos podem recobrir certas células ou ainda agir em conjunto com o sistema complemente permitindo a destruição da célula (citólise) Resposta Imune Celular
Na resposta imune celular, as moléculas de reconhecimento ficam aderidas a membrana dos linfócitos T. Os linfócitos sensibilizados são efetores nos casos de:  Hipersensibilidade do tipo tardia

  •  Rejeição de transplantes (em parte) 
  •  Reação do transplante contra o receptor 
  •  Resistência por parte dos tumores 
  •  Imunidade contra inúmeros agentes bacterianos e virais (sobretudo intracelular) 
  •  Certas alergias medicamentosas 
  •  Certas doenças auto-imunes 
  •  Nos fenômenos de citotoxicidade e MLR Esse tipo de imunidade pode ser transferido a um animal não imunizado através de injeção de células sensibilizadas e não através do soro ou plasma.
 Desenvolvimento e Regulação da Resposta Imune
Quando a resposta imune for do tipo humoral ou celular esta se desenvolve em três etapas sucessivas: (a) Fase de reconhecimento ou indução: Nesta fase o antígeno é pego e carregado pelos macrófagos que o apresenta de uma maneira apropriada aos linfócitos que possuem receptores na superfície de sua membrana citoplasmática reconhecendo separadamente as estruturas moleculares chamadas determinantes antigênicos, caracterizando o antígeno. (b) Fase de proliferação clonal: Ocorre quando o antígeno reconhecido pelo linfócito especificamente desencadeia a multiplicação das células e a
síntese de moléculas de reconhecimento anticorpos pelos linfócitos B (em sua forma diferenciada, os plasmócitos) e de seus receptores específicos na superfície doe linfócitos T funcionalmente similares a porção variável das imunoglobulinas. Fase Efetora: Corresponde a reação dos anticorpos ou dos receptores dos linfócitos T com o antígeno neutralizado e sua eliminação. Nesta fase outras células da linhagem multipotente podem intervir (mastócitos, polimorfonucleares, basófilos), podendo ocorrer o fenômeno da alergia. Na medida que a resposta imune a um antígeno se desenvolve, diversos mecanismos reguladores são desencadeados em princípio como ativação, para evitar que esses mecanismos possam prejudicar o receptor. São essencialmente três tipos:
(1) Degradação catabólica e eliminação do antígeno
(2) Processo de retro inibição sobre os anticorpos neosintetizados e produzidos em excesso
(3) Intervenção dos linfócitos T supressores que produzem mediadores com o objetivo dos linfócitos T amplificando limitante ou perdendo a intervenção desses linfócitos e o desenvolvimento da resposta imune.
(4) A intervenção da rede idiotipo-antidiotipo. Na verdade os mecanismos da resposta imune são extremamente complexos.

Os antígenos pertencem a classe de timo-dependentes e timo-independentes conforme a síntese dos anticorpos homólogos necessitando ou não a colaboração dos linfócitos T e B. As hipóteses mais recentes indicam que a cooperação da resposta humoral específica contra um antígeno está implicada na participação de dois tipos de linfócitos T helper (Th) (1) Dos linfócitos Th específicos a um antígeno com restrição alogênica (MHC) (2) Dos linfócitos Th anti-idiotípos e suas restrições (MHC) Conforme as hipóteses a ação dos genes Ir é expressa por seu primeiro tipo de célula Th. Tolerância Imunológica A tolerância imunológica é definida como a incapacidade específica adquirida total ou parcialmente por um indivíduo a desenvolver uma
resposta imune humoral normal ou a mediação celular a um antígeno ou a diversos epítopos de um certo antígeno contra o(s) qual(s) ele normalmente se desenvolveria uma resposta em outras condições. É importante sublinhar que em um indivíduo dito tolerante sua capacidade de responder a outros antígenos administrados ao mesmo tempo em que o primeiro podem não ser bloqueado seu potencial de resposta imune. Em outras palavras a tolerância imunológica é também específica a um antígeno. Ao lado da tolerância adquirida, descrita anteriormente, existe a tolerância natural que resultou da regra de Ehrlich onde o organismo não desenvolve reação imune contra seus próprios constituintes. Na realidade a distinção entre o "self" e ou "não self" não é sempre absoluta (fenômeno autoimune).
Desde 1902 P.Ehrlich atraiu a atenção com as possibilidades do organismo de autodestruição por intermédio de seu próprio sistema imune. P.Ehrlich supos que um "horror auto tóxico" deveria proteger o organismo contra certas eventualidades, e por essa razão a tolerância foi posta em evidência experimental meio século mais tarde. Memória Imunológica A memória imunológica se caracteriza de um lado por uma reação imune mais intensa (síntese aumentada de imunoglobulinas Igs no plano humoral ) e mais rápida solicitação do sistema imune (reação secundária) por um antígeno que entrou no organismo em uma primeira vez (reação primária), e por outro lado por variações qualitativas de imunoglobulinas de reconhecimento, da mesma espécie de mamíferos (IgM -> IgG da mesma espécie).
 Esses parâmetros caracterizam a resposta amanistica??? . A memória imunológica se manifesta mais ao nível da resposta celular. O suporte citológico da memória imunológica por seus dois tipos de resposta é constituída por suas subpopulações de linfócitos T e B especialmente chamados células memória. Aspectos evolutivos do sistema imune. O aparelho celular e as moléculas descritas anteriormente caracterizam o sistema imune que é encontrado nos vertebrados. Este sistema imune é aprimorado em um aparelho mais rudimentar (ausência de Ig e memória eficiente) que progressivamente diminui nos degraus filogênicos dos metazoários invertebrados que precedem o filo dos cordata. Segundo Cooper, a evolução do sitema imune é provavelmente dividido em 03 etapas.

A primeira etapa, o reconhecimento, é a essência da imunidade. Os tipos unicelulares, todas as células do sistema inume dos animais pluricelulares, apresentam propriedades que permitem a distinção do "self" e do "não self".
Quando o corpo estanho é reconhecido como "não self" , ele é fagocitado por uma célula do sistema imune, sendo ingerido e digerido por esta célula. Nesta é primeira etapa (reconhecimento/fagocitose) existe tanto nos grupos de animais mais simples como nos mais evoluídos. Nos vertebrados, a fagocitose é realizada por uma categoria especial de glóbulos brandos, os macrófagos e os neutrófilos polimorfonucleares. O degrau seguinte da evolução consiste na aquisição (mais reconhecimento e fagocitose) de respostas complexas permitindo a rejeição aos transplantes. Por observações da resposta, é possível realizar transplantações de tecidos experimentalmente. Esta é somente uma parte da segunda etapa da história evolutiva do sistema imune, etapa geralmente conhecida como imunidade celular. A rejeição dos transplantes, que é observada desde o nível dos invertebrados, se realiza por destruição direta de uma célula-alvo ("não self") por contato de uma célula imune chamada efetora (capaz de realizar esta destruição). Esta destruição de células se chama citotoxicidade. Quando os transplantes são rejeitados, um numeroso número de células do tecido do transplante são destruídos, sendo chamado neste caso de histotoxicidade. Nos vertebrados, são os linfócitos T que realizam a rejeição dos transplantes. A terceira etapa é a secreção de substâncias humorais capazes de neutralizar os antígenos. Ela aparece nos invertebrados mais evoluídos, anelídeos, moluscos, artropodes (por exemplo, crustáceos e insetos), equinodermes (por exemplo ouriços) e pequenos animais marinhos 0precursores dos vertebrados. Nos vertebrados temos a secreção de anticorpos na forma de imunoglobulinas produzidas pelos linfócitos B. Contrariamente a imunidade celular, os os laços evolutivos entre a resposta humoral dos vertebrados e dos invertebrados não são estáveis.

Imunoprofilaxia Imunização é o meio de prover proteção específica contra a maioria dos patógenos nocivos comuns. O mecanismo da imunidade depende do local onde está o patógeno e também do mecanismo da sua patogênese. Dessa forma, se o mecanismo da patogênese envolve toxinas, o único mecanismo imune eficiente contra ele seria anticorpos neutralizadores que preveniriam sua ligação ao receptor apropriado e a promoção de sua degradação e eliminação pelo fagócitos. Por outro lado, se o patógeno produz doença por outros meios, o anticorpo teria que reagir com o organismo e eliminá-lo por lise mediada pelo complemento ou fagocitose e morte intracelular. Entretanto, se o organismo é localizado intracelularmente, ele não será acessível a anticorpos enquanto estiver no interior e a célula que o mantém terá que ser destruída e, somente assim o anticorpo poderá ter algum efeito. A maioria das infecções virais e bactérias intracelulares e protozoários são exemplos de tais patógenos. Neste caso, as células que os contém têm que ser destruídas por elementos da imunidade mediada por células ou, se eles fazem a célula infectada expressar antígenos especiais reconhecíveis por anticorpos, a morte dependente de anticorpo ou do complemento pode expor o organismo a elementos da imunidade humoral. Alternativamente, células contendo patógenos intracelulares por si só podem ser ativadas para matar o organismo. Este não é o caso de patógenos que têm a capacidade de sobreviver dentro de células fagocíticas.

Fonte: Internet, Apostilas e Livros - Resumo elaborado em 2016
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

Questões:
1. Água pura é um mau condutor de corrente elétrica. O ácido sulfúrico puro (H2SO4) também é mau condutor. Explique o fato de uma solução diluída de ácido sulfúrico, em água, ser boa condutora de corrente elétrica.

2. À temperatura ambiente, o cloreto de sódio, NaCl, é sólido e o cloreto de hidrogênio, HCl, é um gás. Estas duas substâncias podem ser líquidas em temperaturas adequadas.
a) Por que, no estado líquido, o NaCl é um bom condutor de eletricidade, enquanto, no estado sólido, não é?
b) Por que, no estado líquido, o HCl é um mau condutor de eletricidade?
c) Por que, em solução aquosa, ambos são bons condutores de eletricidade?

3. Dissolvendo-se 600 moléculas de uma substância em água, verificou-se que 15 moléculas sofreram dissociação. Qual é o grau de ionização (α) da substância em questão? Trata-se de um eletrólito forte ou fraco?

4. Qual dos itens a seguir representa o eletrólito mais forte?
a) α = 40%
b) α = 0,85%
c) Tem 40 moléculas dissociadas em cada 200 moléculas totais.
d) ¾ de moléculas estão dissociadas.
e) Metade das moléculas se dissociaram.

5. A tabela abaixo apresenta algumas características e aplicações de alguns ácidos:
As fórmulas dos ácidos da tabela são, respectivamente:
a) HCl, H3PO4, H2SO4, HNO3
b) HClO, H3PO3, H2SO4, HNO2
c) HCl, H3PO3, H2SO4, HNO3
d) HClO2, H4P2O7, H2SO3, HNO2
e) HClO, H3PO4, H2SO3, HNO3

6. Os ácidos HClO4, H2MnO4, H3PO3, H4Sb2O7, quanto ao número de hidrogênios ionizáveis, podem ser classificados em:
a) monoácido, diácido, triácido, tetrácido.
b) monoácido, diácido, triácido, triácido.
c) monoácido, diácido, diácido, tetrácido
d) monoácido, monoácido, diácido, triácido.

7. Escreva as equações de ionização dos seguintes ácidos:
a) ácido bromídrico
b) ácido sulfuroso
c) ácido nitroso
d) ácido pirofosfórico

8. Considere o seguinte composto: H3PO3
Julgue como verdadeira (V) ou falsa (F) as afirmações.
I. O composto apresenta três hidrogênios ionizáveis.
II. O composto apresenta quatro ligações covalentes comuns e uma dativa.
III. O composto é um diácido.
IV. O composto pertence a uma função orgânica.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
a) V, V, V, F
b) F, F, V, F
c) F, V, F, V
d) V, F, F, V
e) V, F, F, F

9. Considere os ácidos oxigenados abaixo: HNO2(aq), HClO3(aq), H2SO3(aq), H3PO4(aq). Seus nomes são, respectivamente:
a) nitroso, clórico, sulfuroso, fosfórico.
b) nítrico, clorídrico, sulfúrico, fosfórico.
c) nítrico, hipocloroso, sulfuroso, fosforoso.
d) nitroso, perclórico, sulfúrico, fosfórico.
e) nítrico, cloroso, sulfídrico, hipofosforoso.

10. Escreva as fórmulas das seguintes bases: Hidróxido de lítio, Hidróxido de ferro II, Hidróxido de cobre I, Hidróxido de alumínio e Hidróxido de bário.

11. Classifique as bases quanto ao número de hidroxila, solubilidade em água e força:
NH4OH Sn(OH)4 NaOH Mg(OH)2:

12. O nitrato de potássio (KNO3) é um sal que pode ser utilizado na fabricação de pólvora, como fertilizante do solo e também pela industria de alimentos de carnes para evitar a proliferação de bactérias que podem causar danos aos seres humanos.
a seu respeito, responda aos itens seguintes.
a) O KNO3 é um composto iônico ou molecular? Justifique sua resposta.
b) Em qual condição ele conduz corrente elétrica: sólido, fundido (líquido) ou em solução aquosa?
c) Sua solução aquosa é classificada em eletrolítica ou não eletrolítica?

13. Equacione, pelo menos 5 reações, entre os ácidos e bases abaixo:
H2SO4 HClO4 Ba(OH)2 LiOH HNO3 NaOH NH4OH HCl HF Ca(OH)2

14. Dê o nome dos sais obtidos na questão anterior.

15. Identifique a que funções inorgânicas pertencem os compostos (ácido, base, sais ou óxidos ...):
a) Al(OH)3
b) Al2(CO3)3
c) NH4OH
d) Mg(NO3)2
e) Na2O f) SO3

16. Dê o nome dos compostos da questão anterior.

17. Quantidades adequadas de hidróxido de magnésio podem ser usadas para diminuir a acidez estomacal. Qual o ácido, presente no estômago, principal responsável pelo baixo pH do suco gástrico? Escreva a equação da reação entre esse ácido e o hidróxido de magnésio.

18. Complete as reações abaixo:
a) Li2O2 + HCl -
 b) BaO + H2CO3  -
c) SO3 + H2O  -
d) NO + H2O -

19. Dê o nome dos produtos obtidos na questão anterior.

20. O que são óxidos neutros? Quais são eles?

21. Cite dois ácidos e suas respectivas aplicações no dia-a-dia.

22. Cite duas bases e suas respectivas aplicações no dia-a-dia.

23. Cite dois óxidos e suas respectivas aplicações no dia-a-dia. 24. A reação de neutralização ocorre entre um ácido e uma base e forma sal e água. Exemplifique esta reação.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

E aí meu povo, como estão?
Bora voltar com nossos assuntos sobre o curso de farmácia, ou melhor, dúvidas, hahaha.
Muitas pessoas, logo que terminam o ensino médio, não vão direto para faculdade, e eu me incluo nessa 'seleta lista', rs...Os motivos são os mais variados possíveis, sem condições de pagar a facul, não conseguem bolsa, precisam trabalhar e em muitos casos o trabalho não 'abre espaço' para os estudos, outros não querem... E assim vai.

E quando as possibilidades melhoram com o decorrer do tempo, até mesmo nossas opiniões, pensamentos, gostos, tudo vai mudando quando ficamos mais velhos. Por um lado a pressão de não errar na escolha do curso superior, quando já não temos 18 anos, pois não podemos perder tempo com escolhas erradas, e no outro o peso de estudar com uma idade mais avançada, e achar que não vai mais acompanhar, que não consegue, que perdeu o ritmo...


É muito comum ouvir de vários 'lados' palavras negativas, principalmente quando você quer fazer algo para melhorar de vida em todos os aspectos. Por que estudar abre portas, e quem ganha com isso é você, somente você. Muitas pessoas são destruidoras de sonhos, tem prazer em lançar uma palavra ou até mesmo uma atitude com intenção de fazer mal, devemos nos afastar desse tipo de gente, e os seus sonhos devem ser compartilhados com pessoas que te amam, e querem que eles se realizem.

Eu comecei a faculdade com 28 pra 29 anos, tarde, mas nunca duvidei do meu potencial de que eu poderia fazer e posso sempre que estiver disposta a enfrentar meus objetivos. Embora muitas pessoas achem que foi muito fácil pra eu voltar a estudar com quase 30 anos, depois de anos, sem estudar, só trabalhando, não foi fácil, mas também não foi impossível!Acredite em você, não existe idade se você quer, não existe empecilho, se você está disposto a vencer.

Já estudei com muitas pessoas mais velhas do que eu, principalmente no curso de direito, e posso dizer que, muitas dessas pessoas, também ficaram anos sem estudar, e tinham um sonho de ter um curso superior, vi cada uma delas sendo as melhores,  os alunos destaques, por que se esforçaram, lutaram, fizeram do seu sonho realidade!
Só você pode realizar o seu sonho! Acredite em você!!!
Para mais assuntos sobre a Faculdade de Farmácia clique  Aqui
Bjos


Share
Tweet
Pin
Share
1 comentários

Muita gente por medo de entrar direto na faculdade de Farmácia pensa ou opta mesmo em começar um curso técnico em farmácia. Não tenho nada contra o curso técnico, desde que você não esteja pensando em fazer faculdade, até aí beleza, pois você, já decidiu pelo curso técnico e não superior.
Mas, caso você tenha em mente fazer um curso superior em farmácia, aí as prioridades mudam. Fazer qualquer curso técnico em farmácia, só para 'testar' como será a "farmácia", ou curso em si, quando na verdade você quer ser farmacêutico, acho que só irá adiar mais o seu sonho, na busca pelo CRF.


Primeiro que ambos os cursos são diferentes, embora pareçam iguais, um é superior, você quando  terminar terá, seu CRF, será um farmacêutico, e o outro é um curso técnico. Se hoje você tem a oportunidade de estudar já em uma faculdade (se é isso mesmo que você quer, farmácia amor para sempre, rs) então opte logo por começar na área de farmácia já no curso superior.

Sempre listo muitos pontos, um deles pelo fato do curso superior ser longo de 4 a 5 anos, então, não perca tempo, comece já pela faculdade. Claro que todo curso gera conhecimento, é sempre bem-vindo, mas pra quem já tem algo em mente, como ser farmacêutico, acredito que a faculdade seja a melhor escolha.

Se o seu desejo é ser FARMACÊUTICO (A), então eu aconselho a começar já pela faculdade. Se tiver disponível essa oportunidade de ouro, faça a faculdade com toda certeza desse mundo. Opte por fazer cursos, já na faculdade, cursos especializados na área que você mais se identificar. Tenho certeza que fará sem dúvida seu tempo e objetivo de vida, render!

Para mais assuntos sobre a Faculdade de Farmácia clique Aqui.
Beijos

Share
Tweet
Pin
Share
1 comentários


Oie,
Qual Piso salarial de um farmacêutico?
Bom, seguindo nossa sequência de perguntas, sobre piso salarial é muito interessante e
importante, pois estamos falando de $$$.

O farmacêutico não possui um piso salarial único, o valor do 'salário' do profissional varia
de estado pra estado, de área de atuação, na verdade de realidade pra realidade, vamos
colocar assim néh.
É muito importante que independente da área de atuação do farmacêutico, ele trabalhe sempre
dentro do piso salarial, nunca aceitando menos do que é estipulado pelo seu CRF (Conselho
Regional de Farmácia).

O piso salarial significa, que o profissional não deve aceitar nada abaixo do valor estipulado,
sempre dentro do piso (ou superior $$$).
Como disse no começo do post, não existe um único piso salarial, tudo vai depender do estado
onde você for atuar, a área que escolher, pra cada um existe um piso pré definido, isso é
muito importante, mostra o apoio a classe, o CFF e os CRF's , que lutam sempre por melhorias
para os farmacêuticos. Então nunca aceite menos do que é estipulado como piso salarial,
valorize sempre a sua profissão!

Alguns dados do Piso Salarial do Farmacêutico em alguns estados:
Sindicato dos Farmacêuticos do Estado de Minas Gerais (SINFARMIG):
  • R$3.711 para 44h semanais.

Federação dos Trabalhadores das Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo:
  • R$ 1.253 para empresas com até 100 empregados
  • R$ 1.410 para empresas com mais de 100 empregados
Sindicato dos Farmacêuticos do Estado da Bahia (convenção coletiva de 2013):
Drogarias e Distribuidoras e Farmácias de Manipulação:
  • R$ 1.749 para 20 horas semanais
  • R$ 3.849 para 44 horas semanais
Sindicato dos Farmacêuticos do Sergipe
  • Piso salarial de R$ 3.083 para 44 horas semanais
Informações Retiradas do Site Guia de Carreiras.
E aí, qual o piso salarial do seu Estado?
Bjos


Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

Oi Gente!
Bora continuar com nossa série de post diários sobre no curso de Farmácia?!
Essa pergunta é tipo muito comentada aqui na internet, qual a diferença, qual é o curso mais difícil, qual o melhor etc...
Qual curso mais complexo Farmácia ou Biomedicina?
Bom, quando falamos de farmácia/biomedicina sempre em algum momento, acontece algumas comparações, acredito que isso ocorra devido a semelhança dos cursos entre si.

Em minha opinião, como os dois cursos tem grades curriculares similares, a complexidade está em ambos cursos. Claro, que se você faz biomedicina ele será mais complexo do que farmácia, e vice versa. É normal, as comparações em ambos os cursos, mas se pesquisar a fundo verá que esses cursos enfatizam algumas áreas mais do que o outro.



O biomédico pode atuar em muitas áreas, porém o foco de concentração profissional esteja mais nos laboratórios de análises clínicas e Pesquisas.
Já o Farmacêutico pode atuar em 79 áreas, e  são muitas viu gente, a mais conhecida atuação do farmacêutico em farmácias/drogarias, essa 'vaga' é somente do farmacêutico, nenhum outro profissional de saúde pode ocupá-la. É a maior 'porta' de emprego dos recém-formados e é muito difícil encontrar um profissional que tenha experiência nessa área desempregado (claro que existem exceções, sempre).

As duas áreas de farmácia e biomedicina, compartilham muitos pontos em comum, além da grade curricular ser semelhante, áreas de atuação, a complexidade dos cursos não deve ser medida se um é mais do que o outro.
Ambos carregam suas dificuldades, e tudo varia muito de faculdade pra faculdade, de aluno pra aluno, existe uma série de fatores que medem essas diferenças.

Vale ressaltar que ambos os cursos concentram conhecimentos em biologia e química. As disciplinas como anatomia (morfofuncionais), fisiologia, microbiologia, sistema imunológico, aulas  e provas práticas, é realidade nos dois cursos. O que importa é amar o curso que você escolheu e se dedicar, seja qual for, acredite em você, no seu curso e estude muito, sempre. Somente você poderá de fato através da sua experiência qualificar a complexidade, dificuldade de um curso, mas creia que tudo é vencido com esforço, dedicação e amor.

Para mais assuntos sobre a Faculdade de Farmácia clique Aqui.

Bjos e até amanhã.



Share
Tweet
Pin
Share
4 comentários
Older Posts

Sou Farmacêutica Generalista, Pós Graduada em Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica. Aqui compartilho minhas experiências acadêmicas, profissionais e coisas que gosto. Criei a marca Reciele Cosmetics ♥ e a Farmácia Pharmanaturalys.

Contato:renataarpinifarmaceutica@gmail.com

Arquivo

Posts mais Acessados

  • RESENHA: SÉRUM VITAMINA C + ÁCIDO HIALURÔNICO LANBENA
    A  Lanbena, é uma marca de dermocosméticos chinesa, seus produtos tem sido bem comercializados aqui no Brasil através de sites de vendas on...
  • RESENHA AHA 30% + BHA 2% PEELING SOLUTION DA THE ORDINARY
    A The Ordinary é uma marca de origem canadense, do grupo DECIEM, se você curte skin care, certamente já ouviu falar dessa marca de dermocos...
  • RESENHA: ESCOVA DE LIMPEZA FACIAL FOREVER
    A escova facial de limpeza da Forever vem dando o que falar,  porém o custo benefício na minha opinião é bem atraente. Como ultimamente ten...
  • Spray Caseiro para Cabelos Oleosos.
    Além de todo benefício à saúde, o limão é um poderoso tônico para a pele e cabelos. Acompanhe algumas receitas, mas lembre-se: nunca saia a...
  • Ácido Kójico, Elimina Manchas!
    É um ácido potente e despigmentante natural, produzido a partir de um cogumelo japonês chamado Koji, seu aspecto é um pó amarelo, quase in...

Translate

Visitas

Todo o conteúdo e direitos autorais
é de propriedade do Blog da Farmácia.
Você não pode ter imagens ou conteúdo
deste site sem permissão por escrito ou e-mail.
Plágio é crime!

Created with by ThemeXpose | Distributed by Blogger Templates